Meghan Markle, Uma Princesa

Como boa fã do seriado americano Suits, fiquei extasiada ao saber que nossa capa com Meghan Markle estava confirmada. Confesso, que quando tenho algumas capas (principalmente com pessoas que sou fã), fico um pouco receosa sobre o dia do shooting. Desde que comecei a trabalhar com revistas e entretenimento, foram tantas decepções que às vezes eu prefiro nem ter muito contato para não perder o encanto.

Nesse caso, não poderia ter melhor surpresa. Ao chegar para as fotos, Meghan me deu um sorriso enorme, os olhos brilhavam: ” Estou animada para essas fotos, eu adoro o Brasil”. Naquele dia nós não sabíamos, mas ela já estava com o Príncipe Harry, e toda hora ia para um cantinho mandar menssagens para o tal “contato misterioso” onde sempre dava risadinhas fofas, dignas de uma mulher completamente apaixonada. Não tem como negar que, como príncipe e por ter uma mãe tão forte como Diana, Harry tem very high standarts ao escolher uma namorada e apresentá-la ao mundo, certo? 

Vamos a ficha da nossa futura realeza. Meghan fazia dobradinha entre duas universidades, Teatro e Relações Internacionais. Não contente com sua atarefada rotina, ela se mudou para Argentina aos 20 anos de idade para trabalhar na Embaixada Americana no país. Essa experiência foi crucial para o seu sucesso.

“Eu tinha apenas vinte anos de idade quando me mudei para Buenos Aires – mal falava a língua, nunca tinha trabalhado na embaixada e nunca tinha viajado para a América do Sul! Foi a experiência mais incrível da minha vida, principalmente porque saí da minha zona de conforto e abracei cada segundo daquele momento. De repente eu estava falando espanhol, fazendo novos amigos e aprendendo muito sobre a cultura – e claro, sobre mim. Foi um excelente jeito de aprender a como lidar com as coisas sozinha e ser corajosa. Isso te abre postas para receber as melhores experiências na sua vida”.

Seu grande coração supera a beleza plástica das palavras e oxigena a bondade do mundo. Como Meghan é ex-advogada da ONU para mulheres e atualmente é Global Ambassador for World Vision, ela não hesita em falar a favor de minorias e comunidades pobres. “Eu acredito que é nossa obrigação humana devolver. Não importa se o ato de bondade é pequeno, voluntariar-se fazendo sopa, dar a mão a quem precisa ser levantado ou simplesmente um abraço, às vezes é tudo o que uma pessoa precisa”.

 

Estive no Ruanda duas vezes e aprecio poder ajudar a trabalhar lá, mas acho que é importante que as pessoas se lembrem que você não precisa viajar para prestar algum serviço. Há muito o que  fazer dentro do seu país também – de modo que ser voluntario seja uma missão impossível, e sim algo que faça parte de seu lifestyle

 

Aperte o play e veja o making of e nosso ping pong com ela no The James Hotel em New York City feitas pelo incrível fotógrafo Pedro Arieta. Enjoy!

 

 

Leia a matéria completa aqui:

 

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